Arquivos para Seção: ‘Internet’
Latinoware 2008: V Conferência Latino-Americana de Software Livre
Iniciativa da Itaipu em conjunto com Fundação Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), o congresso internacional oferece mais de 100 palestras, mesas-redondas e workshops sobre temas ligados à tecnologia da informação e da comunicação, sustentadas em sistemas de software livres desenvolvidos no continente.
A Latinoware 2008 terá importantes eventos paralelos com a proposta de apresentar as novidades e os avanços tecnológicos na área de software livre e de código aberto, com destaque para a 2ª edição da Olimpíada de Algoritmos Hosnet, que deverá reunir estudantes e professores do ensino técnico de vários estados brasileiros.
Continuando o trabalho iniciado em 2004, a organização da Latinoware 2008 vai ceder espaços, gratuitamente, para que grupos de usuários das mais diversas linguagens, tecnologias, sistemas operacionais e outras correntes tecnológicas relacionadas ao software livre e de código aberto possam ter um ponto de encontro, mostrar seu trabalho e trocar experiências com outros grupos, pessoas e instituições, visando promover uma maior integração entre todos que estão ligados ao tema.
Postado por: Fabrix Ð.R.M. | Arquivado em: InfoTec, Internet
Internet pela Tomada: Em Breve Luz e Internet Correrão pela Mesma Fiação
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) finalizou uma consulta pública que servirá de base para a elaboração do padrão brasileiro de internet por rede elétrica, afinal a energia elétrica chega a 95% do País.
A instalação será feita com um modem especial que conecta a saída de cabo de rede à tomada, há duas tecnologias disponíveis: o Power Line Communications (PLC), que permite diversos tipos de banda, e o Broadband over Power Lines (BPL).
200 Mbps é a velocidade que pode chegar a banda larga pela rede elétrica, o número é muito superior aos padrões brasileiros, hoje as conexões mais rápidas no País não ultrapassam 30 Mbps.
Algumas empresas já estão fazendo testes por conta própria, como é o caso da Panasonic, que trouxe seus modems PLC do Japão para implantar um projeto-piloto na cidade de Barreirinhas, em meio aos Lençóis Maranhenses.
A AES Eletropaulo, empresa concessionária do sistema elétrico de São Paulo, também entrou no jogo,e está realizando testes com a tecnologia BPL.
Para saber mais sobre o funcionamento da rede, leia o artigo: Entendendo a Internet sob rede elétrica.
Fonte: Revista ISTO É
Crackers invadem site do COB e página sai do ar
o site do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) foi vítima de Crackers , que alteraram o conteúdo da página inicial do portal, na madrugada desta terça-feira.
O ato foi assinado por um grupo de Crackers intitulado “FasT RootDamages“, Além da página inicial, os títulos das páginas internas também receberam a mesma mensagem, que critica o desempenho do Brasil durante a competição.
A assessoria de imprensa do COB informou que o comitê está apurando o que aconteceu, mas preferiu retirar o site do ar por volta das 4h20, momentos depois que a invasão ocorreu, para que o conteúdo de notícias e programação da equipe brasileira seja restaurado
A mensagem: “BRASIL TA UM LIXO NESAS OLIMPIADA AE KAKAK NESSA COM UM S MEMO EH NOIS ESTILO TR OWNED BY FAST ROOTDAMAGES” esta no estilo Lamer Adolescente, ou uma Mensagem Subliminar de um Cracker.
Postado por: Fabrix Ð.R.M. | Arquivado em: Internet
Ataques virtuais no conflito da Russia e Geórgia
O primeiro ataque a um site do governo da Geórgia, o da Presidência da República, ocorreu em julho, mas teve pouca repercussão. Segundo o site de tecnologia Ars Technica, investigadores da United States Computer Response Readiness Team (US-Cert) monitoraram a invasão, mas julgaram não ser parte de uma ação maior.
O mesmo grupo responsável pelo ataque parece ter em mãos toda a rede de sites do governo da Geórgia e opera a partir de servidores russos. Segundo o blog RBNExploit “os servidores russos AS12389 ROSTELECOM, AS8342 RTCOMM e AS8359 COMSTAR controlam todo o tráfego dos principais servidores da Geórgia”.
O blog também afirma que os governos da Turquia e da Estônia disponibilizaram servidores para estabelecer novos pontos de acesso na Geórgia e furar o bloqueio russo. O Ministério das Relações Exteriores da Geórgia foi forçado a montar um blog para continuar a oferecer informações. O governo da Polônia também se ofereceu a colocar comunicados do governo da Geórgia no site da Presidência, como gesto de boa vontade.
Se o uso da internet é agora parte normal de uma guerra, o que acontece quando um servidor americano usado para hospedar um site provisório do governo da Geórgia é atacado por agentes russos? Foi o que aconteceu com o site president.gov.ge, de quinta-feira 7 até a segunda-feira 11. Talvez não seja considerada uma agressão direta da Rússia contra os Estados Unidos, mas essa nova guerra cibernética confundiu o mundo e dificulta o acesso às informações do que exatamente se passa na Geórgia.
Fonte: Revista Carta Capital
Conheça o Cuil, o novo rival do Google
Entrou em operação esta segunda-feira e promete revolucionar as buscas na Internet o Cuil (pronunciado como a palavra inglesa “cool”) é capaz de indexar mais rápido e de forma mais barata uma porção da web maior que a do Google.
Os fundados do Cuil, Anna Patterson, Russell Power e Louis Monier são ex-executivos do Google e especialistas em busca na internet, O quarto, Tom Costello, presidente do Cuil, vem da IBM.
O novo rival do Google vai além das técnicas de busca dominantes, que se concentram em links e padrões de tráfego de audiência, e em lugar disso analisa o contexto de cada página e os conceitos por trás de cada pedido de busca dos usuários.
Segundo Anna Patterson, o número de páginas indexadas pelo Cuil já é três vezes maior do que o conteúdo analisado pelo Google. Em vez de uma sequência vertical de links, a página de resultados mostra alguns resumos dos sites encontrados pela busca.
Tendo um investimento estimado de 33 milhões de dólares, Anna considera que o seu sistema é melhor e não pretende vendê-lo, pelo que criou a sua própria companhia, que entra em concorrência direta com um autêntico gigante da Internet.



