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Internet pela Tomada: Em Breve Luz e Internet Correrão pela Mesma Fiação

 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) finalizou uma consulta pública que servirá de base para a elaboração do padrão brasileiro de internet por rede elétrica, afinal a energia elétrica chega a 95% do País.

 

A instalação será feita com um modem especial que conecta a saída de cabo de rede à tomada, há duas tecnologias disponíveis: o Power Line Communications (PLC), que permite diversos tipos de banda, e o Broadband over Power Lines (BPL).

 

200 Mbps é a velocidade que pode chegar a banda larga pela rede elétrica, o número é muito superior aos padrões brasileiros, hoje as conexões mais rápidas no País não ultrapassam 30 Mbps.

 

Algumas empresas já estão fazendo testes por conta própria, como é o caso da Panasonic, que trouxe seus modems PLC do Japão para implantar um projeto-piloto na cidade de Barreirinhas, em meio aos Lençóis Maranhenses.

 

A AES Eletropaulo, empresa concessionária do sistema elétrico de São Paulo, também entrou no jogo,e está realizando testes com a tecnologia BPL.

 

Para saber mais sobre o funcionamento da rede, leia o artigo: Entendendo a Internet sob rede elétrica.
Fonte: Revista ISTO É

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Ranking das Marcas: Guia dos Eletrônicos Verdes

 

Esse Ranking feito pelo Greenpeace, reflete a preocupação das empresas de tecnologia para Melhorar sua produção e banir práticas que prejudiquem o meio ambiente, com relação a programas de reciclagem e ao uso de substâncias tóxicas nos aparelhos, além do critério de eficiência energética.

 

O gráfico é interativo, e mostra todas as versões do Ranking, com a evolução ou retrocesso das marcas lideres no Mercado Global. (clique no numero em: VERSION)

 

 

Para maiores detalhes e os critérios da avaliação (The full criteria for scoring the companies)

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O Acelerador de Partículas LHC, e a busca da “Partícula de Deus”

 

O acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider) em português: Grande Colisor de Hádrons. A maior máquina já construída em todos os tempos, demorou catorze anos para ser construído e custou 8 bilhões de dólares.

 

Esta instalado num túnel de 27 km entre a França e a Suiça, e possui quatro detectores distribuídos pelo túnel (Veja o Infográfico)

 

Os físicos vão brincar de Deus com o LHC. Eles acelerarão seus hádrons em sentidos opostos dentro de anéis gigantescos, levando-os a 99,9% da velocidade da luz. Então, com a ajuda de um poderoso ímã, vão obrigá-los a mudar de sentido e se chocar.

 

O choque espatifará os hádrons diante de placas sensíveis, que vão registrar e analisar o resultado da trombada, restos de matéria e energia miraculosamente encapsuladas, cada um produzindo uma assinatura de sua natureza e de sua hierarquia no momento da criação do universo.

 

De todas as partículas a ser produzidas na colisão monunental, a que mais interessa aos físicos detectar é um certo “bóson de Higgs“, que por enquanto existe apenas nas equações geniais de um físico inglês de 79 anos chamado Peter Higgs.

 

O bóson de Higgs é também chamado de “Partícula de Deus”. Mas, sem ela, quem está em apuros não são as religiões e suas versões para o gênese, e sim a ciência. Encontrar a assinatura do bóson de Higgs nas placas detectoras do LHC em Genebra provaria a teoria amplamente aceita no mundo científico.

 

Logo abaixo um Mapa Interativo da região onde esta localizado o LHC, e o Cern (centro europeu de pesquisas voltado ao estudo das partículas), com vários detalhes do local, inclusive imagens via Satélites.
Continua… Continua...

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Postado por: Fabrix Ð.R.M. | Arquivado em: InfoTec
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Nova Geração de Usinas Solares Movidas a Calor e não à Luz

 

A energia solar, captada por painéis de silício, é apontada como uma das melhores alternativas para diminuir a dependência mundial dos combustíveis fósseis na produção de eletricidade. Seu uso doméstico se disseminou, mas usinas de painéis solares com potência suficiente para iluminar milhares de casas ainda são caras e têm baixa capacidade de armazenamento.

 

Uma nova geração de usinas solares, chamadas de térmicas, vem se firmando como uma opção para produzir eletricidade com a ajuda do sol. Ao contrário das convencionais, que usam a luz para ativar painéis fotovoltaicos, as usinas térmicas utilizam o calor dos raios solares, refletidos por espelhos e captados por uma torre receptora. Esse calor é usado para aquecer um fluido, geralmente sal liquefeito, que permanece estocado em reservatórios em alta temperatura – como café quente numa garrafa térmica.

 

Quando há demanda por eletricidade, o fluido é conduzido até um gerador e o vapor que ele desprende move uma turbina, produzindo eletricidade. O fluido é reaproveitado e, ao longo do dia, o conjunto de espelhos se movimenta para manter o melhor ângulo de captação da luz e do calor do sol. Esse sistema, com tecnologia bem mais simples que a empregada nas usinas fotovoltaicas, é semelhante ao usado nas termelétricas, com a enorme vantagem de não produzir poluição atmosférica. Há atualmente no mundo cerca de cinqüenta usinas solares térmicas em diferentes estágios de planejamento ou construção.

 

A PS10, próxima a Sevilha, na Espanha, está em operação há um ano. Por enquanto, ela consegue armazenar o calor produzido durante meia hora. Quando novas tecnologias já em desenvolvimento forem utilizadas, prevê-se que usinas como a PS10 serão capazes de estocar calor por até vinte horas.

 

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Como ocorre com todas as formas de energia renováveis, o desafio da energia solar térmica é chegar a um custo de produção competitivo. Hoje, o preço médio por quilowatt-hora de uma usina solar térmica é de 17 centavos de dólar, contra 7 nas termelétricas a carvão e 5 nas hidrelétricas. Ainda assim, a eletricidade gerada pelas usinas térmicas é 40% mais barata do que a produzida pelas usinas fotovoltaicas. Atualmente, menos de 1% da eletricidade consumida no mundo provém da energia solar, mas, segundo os especialistas, essa porcentagem deverá crescer significativamente.

 

“Minha aposta é que, em alguns anos, a energia produzida com o sol representará 5% da eletricidade usada no planeta”, disse a VEJA o engenheiro William A. Beckman, diretor do laboratório de energia solar da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos. Um estudo do Instituto de Energia da Universidade da Califórnia, divulgado no início do ano, mostra que a energia solar térmica se tornará economicamente competitiva muito antes que a fotovoltaica.

 

O custo de construção das usinas é menor, e o aproveitamento da eletricidade gerada, maior. Uma usina solar térmica a ser construída no estado americano do Arizona, anunciada como a maior do mundo, vai produzir 280 megawatts de eletricidade. Para efeito de comparação, as maiores usinas fotovoltaicas hoje em operação produzem 20 megawatts.

 

usina_solar_termica.gif

 

Fonte: Revista Veja

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Postado por: Fabrix Ð.R.M. | Arquivado em: InfoTec
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